A nova ferramenta, desenvolvida pelo Laboratório de DNA Forense da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é uma ferramenta computacional, que permite armazenar as informações genéticas e não-genéticas, de pessoas desaparecidas, com as de seus familiares. Por meio do BDPD é possível armazenar, gerenciar e comparar informações genéticas e não-genéticas de familiares dos desaparecidos, de desaparecidos, de restos mortais e cadáveres não identificados.
Para isso, o BDPD utiliza para comparação o DNA algoritmo, que calcula a probabilidade de parentesco genético de duas ou mais amostras, aumentando as chances de encontrar alguém desaparecido. Quanto a tecnologia utilizada, o novo programa possui um sistema de busca que utiliza informações de características físicas, a exemplo da cor do cabelo e dos olhos.
Para se cadastrar no sistema, além de comunicar o desaparecimento à polícia e divulgar o fato nos veículos de comunicação, além de evitar manusear os objetos do desaparecido, a exemplo do pente, escova de dente, chupeta e brinquedos – já que eles possuem amostras de DNA – os familiares devem procurar o Banco de Dados da Ufal. O órgão funciona no prédio do Museu da História Natural, situado na Rua Aristeu de Andrade, 452, bairro do Farol e, informações pode ser obtidas, por meio do telefone 3336 – 6558.